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11/11/2019

“Abuso contra a criança” – agora correto.


Quando se fala em “abuso de crianças”, em geral surgem os “caça pedófilos”. Disfarçados de protetores de crianças, pregam a violência indiscriminada e, na base da gritaria, carregam nas costas os linchadores de plantão, das radialistas e dos radialistas de sempre. Promovem palavras de vingança. Quando não se trata de pessoas isoladas que, agindo assim, apenas revelam uma impotência política, o que há nisso tudo é coisa bem pior do que o mal que afirmam combater.

Sempre fica um cheiro estranho no ar. Não raro, a gritaria exagerada está associada às organizações de fachada, “ongs” e coisas do tipo que, no fundo, escondem quadrilhas de exploradores de menores. A balbúrdia emotiva é criada antes para fugir da verdade que para encontrá-la. O truque é velho.

Já cansei de ver a bandeira contra a “pedofilia” antes esconder sujeira que revelá-la (pedofilia não é crime, não consta do código penal, porque é doença e, como tal, não indica que está ocorrendo ou vá ocorrer algum molestamento de criança, como já expliquei milhões de vezes).

Mas, quem disse que as pessoas não aprendem? Aprendem sim. Quem é sério e pensa, aprende.  Após vários anos batendo na mesma tecla aqui nesse blog e outros lugares, vejam aí abaixo como esse cartaz já mostra a mudança na direção correta. Nada de conversa de “pedofilia”, mas sim o alvo efetivo.

Quando um cartaz assim é posto e não é seguido por outras entidades, que se mantém no marketing exagerado e no apelo emocional contra “pedofilia”, há algo errado nessas entidades. Elas precisam ser investigadas. Um cartaz assim ensina e põe o alvo no lugar certo, que é a exploração do menor e, inclusive, o trabalho da criança (trabalho escravo!), que muitos empresários que não saem da sacristia executam sem corar.

O cartaz tem duplo serviço. Faz a campanha e ao mesmo tempo mostra a outros como fazer a campanha pela criança de modo correto. Combate ao “abuso de menor” – agora sim correto, feito de um modo sério.

Paulo Ghiraldelli, 57, filósofo.

CARTAZ CORRETO

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