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18/11/2018

11 Responses “Janaína e a facada em Bolsonaro”

  1. LMC
    10/09/2018 at 13:12

    Tens razão,PG.Nem todo maluco é
    de direita.Existem Trump e Bush,mas
    também existem Theresa May e
    Angela Merkel,por exemplo,que
    governam seus países sem precisar
    de populismos idiotas.

    • 10/09/2018 at 13:40

      Não disse isso, estou dizendo das pessoas que estão ao nosso redor, e que tem preconceitos contra negros (mas não vão partir para a violência), que acham que mulheres devem ficar restritas a certas ordens de homens (mas que não endossam violência contra a mulher), que acreditam que estrangeiros não deveriam ficar no país (mas que não querem matar venezuelanos), que não gostam de gay (mas nunca pensaram em atirar um pedra em um), que acham que pobres sempre devem existir (mas são capazes de dar uma esmola) etc. Gente normal. Mas que, numa sociedade liberal moderna, são de direita, defendem que uns sejam melhores que outros por razões inexplicáveis.

  2. LMC
    10/09/2018 at 10:40

    A Janaína,desde o impeachment tonto
    de Dilma,parece o Pondé vestido de mulher.
    Só tontos acham que,se não tirassem a
    Dilma,o Brasil viraria uma Venezuela.Coisa
    de olavete,sabem?

    • 10/09/2018 at 11:21

      Janaína é tão normal quanto você. Aprenda a ver pontos de vista diferentes sem patologizar. Não é doença de olavete. Há muito olavete realmente maluco. Mas ser de direita não é ser maluco. Janaína tem uma escolaridade complicada, com buracos, com falhas. Isso a faz, muitas vezes, não entender o que está propondo. A deficiência dela em história e filosofia é gritante.

  3. Carlos
    09/09/2018 at 13:13

    Gosto da força que ela transmite em seus discursos, parece uma mulher de fibra, mas acho que ela se equivocou politicamente em pender para a extrema direita.

  4. JOSÉ FERNANDO DA SILVA
    09/09/2018 at 08:17

    Talvez em sala de aula ela seja mais equilibrada (deveria…), mas nas últimas entrevistas em que a ouvi, ela se mostrou uma pessoa que facilmente tende ao destempero emocional (é a imagem que tenho dela). Se essa imagem estiver correta, é compreensível que ela seja arrastada dentro do mar de incautos que estão aderindo ao “barco (repleto de furos!) do Bolsonaro”.

    • 09/09/2018 at 10:51

      José, essa mulher está sorvetendo em neofascismo. Que triste.

  5. Guilherme Hajduk
    08/09/2018 at 16:10

    O mesmo vale para o oposto (você disse sobre os taxistas e eu lembrei…). Eu passei a escutar, há algum tempo, quase compulsivamente, o primeiro álbum do Pink Floyd e os dois álbuns da carreira solo do Syd Barrett (primeiro guitarrista e vocalista do Pink Floyd) — em paralelo, um pouco de The Doors também — e, de repente, aquilo se acoplou em mim, de certa forma esse tipo de música espurgou de mim impulsos desnecessários ou destrutivos. São músicas com uma carga poética gigantesca e bastante positivas, alegres. As do Syd Barrett principalmente! Ele tem aquele estilo “ditirâmbico, dionisíaco, nietzscheano” e que, se fôssemos tirar um discurso dessas músicas no seu conjunto, certamente não seria nada agressivo ou destrutivo, aliás, pelo contrário, são como que poesias cantadas por um bardo errante que não se cansa de alegrar os lugares por onde passa… Mas, de fato, o ódio é muito mais fácil de…

    • 08/09/2018 at 17:23

      Só para contrariar você, mas talvez nem tanto, talvez até confirme: veja os filmes do Vietnã onde o pessoal colocava música para atacar e matar. No Iraque também foi usado isso. Nem sempre eram músicas que aparentemente instigavam. Às vezes sim. Lei meu texto sobre o silêncio, baseado em Agamben. De qualquer maneira, boa lembrança essa sua.

  6. Emerson
    08/09/2018 at 13:53

    Professor, me ajude no esclarecimento de uma dada situação.
    Observando a Janaína e a Chauí, no fundo houve correlações com a suposta conivência do de Heidegger no momento difícil da Alemanha, o posicionamento político como imposição ética em momentos de crise, torna obscuro a devida distinção dos fatos? Ou estamos vivendo uma situação política Sui generis?

    • 08/09/2018 at 17:24

      Heidegger tropeçou. Sartre muito mais. E tantos outros. Mas eles eram tão grandes que, depois, os seus tropeços ficaram pequenos. Chauí tem uma obra interessante, que vai ficar para além da política dela. Janaína não, o Impeachment não é uma obra que possa ser tomada à parte da merda que ela está fazendo. Ela vai sucumbir.

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