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23/10/2017

História

O mundo dos conservadores

Você viveria em uma sociedade onde a regra básica fosse “todos são culpados antes que se prove o contrário”? Há pessoas que dizem um fácil “sim” para tal pergunta. Elas se acham tão inocentes e, então, por essa inocência, de tal modo acima de toda e qualquer regra social, que elas não entendem a frase

A importância do bem

Ser boa pessoa virou “brega”. Querer “um mundo melhor” virou pecado. Cristãos conservadores odeiam o papa Francisco I por ele reintroduzir na Igreja o que é a essência do cristianismo: a caridade, o amor, a bondade. Estranho não?

“Só gosto do homem que não presta”

Li num post de uma amiga algo assim: “como encontrar a pessoa certa se a errada beija bem e fode melhor ainda?”. Já se tornou lugar comum dizer que boas moças só ficam com canalhas. Em um novela da Globo, por esses dias, um marido bonzinho e obviamente corno solicitava: “se você souber de uma

Os conservadores que não sabem o que é bom

Ser “progressista” até os anos oitenta tinha lá sua validade. Claro que a doutrina do progresso vinha do século XIX, e já estava meio carcomida. Mas a maioria de nós, que se identificava com alguma plataforma política à esquerda, sabia criticá-la. Temperávamos nossa crítica não com qualquer conservadorismo, mas dentro do próprio campo da esquerda

Uma cruz estranha nas mãos do papa Francisco

A Bolívia é um país atrasado. A Igreja Católica é uma instituição velha. A velha cruz feita na base do atraso ideológico da foice e o martelo chegam às mãos do papa, o representante do velho, pelas mãos de Evo Morales, o representante do atraso. O papa Francisco foi presenteado pelo presidente boliviano com um

Cota social e cota étnica – diferenças

A pior defesa que conheço das cotas para negros e índios na Universidade brasileira é a dos que dizem que isso se insere em uma “política educacional compensatória”.  Em geral, essa defesa é feita pela esquerda. O ataque mais perverso que conheço contra as cotas étnicas é o dos que dizem que defendem, ao invés

A piada da formiguinha

As pessoas que estão mais presas à vida cotidiana, que não são intelectuais, podem fugir de inúmeros temas. Mas o filósofo não! Uma  sociedade com filósofos que fogem de espinhos é uma sociedade de capacidade reflexiva covarde. 

A vestimenta de Dilma

Reduzir Dilma à sua roupa é um direito do humorista, pode ser um recalque do comentador profissional da política e certamente é a função do cronista. Como no Brasil a imprensa está “ao Deus dará”, sem diploma, sem faculdades com cuidado no vestibular, e como no Brasil o ensino médio está falido, há aí a

Qual a origem da nossa “festa de Natal”?

A “ceia de Natal” é mais velha do que normalmente supúnhamos, e esteve mais para última ceia que para festa de comemoração de nascimento. Essa é a informação que recebi da filósofa Francielle Chies.

Futebol é uma “caixinha de surpresas”?

O que é essa Copa que vivemos? Do que falamos quando falamos em “sete a um”? Será mesmo que ainda podemos aplicar a fórmula “pão e circo”? Não creio. Temos de pensar o desporto e o futebol noutras bases teóricas. Arrisco uma interpretação. 

O segredo da história do ministro Barbosa

Barbosa deixa o STF. Pediu aposentadoria. Nunca houve um ministro como ele. Ele mudou a face do STF e, de certo modo, do Brasil. Pode-se dizer que, com Barbosa, a célebre frase de Engels se fez presente: “os homens fazem a história, mas não como querem (…)”. Nós, brasileiros, fizemos a história nesse período entre

A história ensinada, a história pensada

A modinha da direita política, agora que ela se acha capaz de também escrever, é a de dizer que toda a história ensinada nas escolas é “de esquerda”, e que é necessário contar “uma outra versão”.

Como e por que morreu o militar torturador?

Como transcorreram os últimos minutos do sósia brasileiro de Sadam Hussein? Aquele fantasma saído das catacumbas de uma ditadura que se recusa ficar para a história, passou seu tempo final buscando desesperadamente o ar. O mesmo ar solicitado um dia, talvez de forma muito mais agonizante, pelo deputado Rubens Paiva. Esse ar aí, gratuito, que

Nós, os de 1957

Nenhuma geração foi jovem, exceto a que fez os sixties. Por isso, só ela envelheceu. Alguns souberam envelhecer bem, com dignidade. Souberam pensar diferente. Pensar diferente é tudo que se espera de uma pessoa inteligente. Pensar diferente é sempre pensar diferente, e não pensar diferente uma vez só, quando se sai da juventude, para então

Le Goff e a ditadura militar brasileira

Será que não precisamos de um Jacques Le Goff para abordar o período entre 1964-1985, de modo a começarmos a traçar um panorama menos “politizado” e, portanto, mais rico a respeito dessa fase de nossa história?

As marchas fantasmas, o historiador e o filósofo

Havia aqui e acolá um anarquista, no começo do século XX. Alguns deles, solitários em suas cidades, faziam jornais libertários. Não raro, isso era possível porque eles próprios trabalhavam em gráficas. Noticiavam uma greve que a “imprensa burguesa” ou não noticiava ou falava segundo o jargão que ficou célebre, “a questão social é um caso

Paulo Ghiraldelli, qual é a tua?

Sobre esquerda, direita, minorias e filosofia. Uma vida, posturas mutáveis. Não nego que vim para a vida intelectual não só pela filosofia, mas também por ser simpático ao pensamento político de esquerda. Mas estou longe da direita e da esquerda, e isso por um chamado da filosofia. Eu explico.

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