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20/06/2018

filosofia política

Chantal Mouffe e seu marido diante do omelete

[Texto indicado para o público em geral] O problema de quem se diz pós-marxista nos dias de hoje já não é mais problema, é patologia. Afinal, às vezes sentimos que nunca existiram marxistas, mas somente marxistas-leninistas! Eles não se enquadram mais no mundo em que vivemos, que é um mundo que aboliu a ideia de

Mais educação não implica em voto liberal democrático!

[Artigo destinado ao público em geral] O iluminismo ingênuo se junta ao iluminismo rasteiro. O segundo eu analisei como sendo o de Prandi, na Folha (Não se pode querer intervenção militar?). Agora o jornal foi buscar o primeiro nos Estados Unidos, por meio de Yascha Moungk. Deveríamos fazer como Platão: estudar filosofia (e talvez todas

“Deturparam as ideias de Marx, dá-dá, gu-gu”

[Artigo para o público em geral] Um brasileiro autodidata viaja para uma terra distante e encontra uma sociedade governada pelo Rei filósofo, dividida em castas de trabalhadores manuais, guardas protetores e uma elite intelectual.  Logo manda uma carta para a Academia, em Atenas, dizendo: “olha, meu caro Platão, encontrei a sua República, e aquilo não

Coutinho coloca sua adolescência contra Marx

[Artigo para o público em geral] Coutinho é um jovem lusitano que carrega um título de “doutor em ciência política”. Escreve na Folha. Põe-se na modinha de se dizer conservador. E eis então que, seguindo o que todo conservador precisa fazer, tece um artigo de meia dúzia de linhas destruindo um grande autor que ele

Ainda cabe lutar contra a ideologização?

[Artigo preferencialmente indicado para o público acadêmico] A metafísica se funda em duas ideias: a primeira, é que estamos imersos em uma dualidade, mundo real e mundo aparente, realidade e ilusão. A segunda é que o mundo real é absoluto e funda tanto a si mesmo quanto o mundo aparente. Essas duas ideias juntas formam

“Lula lá!” Para um novo estudo do populismo

Lula não é o repeteco de Vargas ou Brizola ou Jânio ou Collor. Seu populismo tem originalidade. É preciso notar que há algo de sincero em uma certa “emoção pelo bem”, que de fato ele provoca, coisa que foi mais difícil de sentir nos que seguiram seus antecessores de práticas populistas brasileiras. Nisso, Lula merece