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15/08/2018

Contemporaneidade

A estética gay coloniza o mundo feminino (*)

[Artigo para o público em geral] Existe um “mundo gay” e existe um “mundo feminino”. Eles estão distantes um do outro em termos fundamentais. Mas na sociedade contemporânea o primeiro quer colonizar o segundo. É visível isso. As mulheres tomam hormônios e ficam com a “voz de traveco” (como elas mesmo dizem, não eu!). Quando

A sociedade de consumo da mercadoria-pessimismo

[Artigo destinado ao público em geral] A literatura de auto-ajuda vende o chamado “poder do pensamento positivo” e a dita “força do otimismo”. É um fenômeno típico do século XX, em especial a partir do momento em que a sociedade de mercado adquiriu as características de sociedade de consumo, seja na fase do consumo classista,

O consumo intimista é a nossa esperança atual

[Artigo para o público em geral] As pessoas normais gostam de consumir. As pessoas anormais, ou seja, os intelectuais, também gostam (vale lembrar: livraria e cinema são peças do shopping), mas não podem dizer isso, pois pareceriam jogadores de futebol. Há algo de degradante no estilo de vida de jogadores de futebol. O não entendimento

Nossa imagem moderna e seus animais

[Artigo indicado preferencialmente para o público acadêmico] Ser moderno é saber que vivemos o tempo do macaco, da toupeira e do cachorro. São os três animais que abrem os tempos modernos, imortalizados pelas falas de seus pais: Darwin, Marx e Freud. Sabemos que o macaco não é bem o macaco, no caso de Darwin. Ficou-se

Enfim, tudo chegou ao bico do seio.

[Artigo para o público em geral] Os decotes femininos continuam na moda, mas agora, a onda mesmo é que os mamilos fiquem em destaque por debaixo da blusa, com ou sem transparência. A ideia da estética sexy, que talvez seja a única estética que tem alguma durabilidade se é o kitsch que impera, está agora

Até Deus perdeu a capacidade de rir

Começo citando Kundera. Peço que leiam com atenção: “Não se pode portanto julgar o espírito de um século exclusivamente segundo suas idéias, seus conceitos teóricos, sem levar em consideração a arte e especialmente o romance. O século XIX inventou a locomotiva, e Hegel estava certo de ter apreendido o próprio espírito da História universal. Flaubert