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29/03/2017

Bio

Paulo Ghiraldelli Preto BrancoLugares e formação.  Do lado paterno, sou de uma família italiana que, desde que se tem notícia na história, lida com construção civil – atuando como desenhistas, arquitetos, engenheiros e pedreiros. Angelo Ghirardelli e seu filho, Carlo Ghirardelli, foram construtores de teatros e torres em Ferrara, na Itália. Meu avô, Jacintho Ghirardelli, filho de Carlo, foi construtor da Igreja Matriz de Pederneiras, no interior de São Paulo. Repetiu esse trabalho em outros lugares.

O nome “Ghiraldelli” ou “Ghirardelli” (mesmo na Itália, a grafia pode mudar, não se trata de erro de cartório!) vem de uma latinização de nomes germânicos que, resumidamente, significa “o príncipe que ataca e se defende com a lança”, o “bom lutador com a lança”. Outras pesquisa indicam que “ghiraldelli” tem a ver com “cabelos encaracolados”, e que realmente é uma característica da família.

Eu nasci em São Paulo em 23 de agosto de 1957, no bairro da Liberdade – um nome significativo, no meu caso. Fui batizado na Igreja do Largo da Santa Ifigênia em 25 de janeiro de 1958. Mantenho ainda meu apartamento na velha Av. Cásper Líbero, no edifício Conceição, quase ao lado da Igreja da Santa Ifigênia.

Meu pai nasceu em Pederneiras e se formou professor na Universidade de S. Paulo (USP). Minha mãe, Lygia, nasceu em Ibitinga e se formou normalista (veja a casa de meus avós maternos). Graças aos meus pais ganhei o interesse pela educação e um certo tirocínio para questões educacionais. Talvez isso tenha ocorrido por vê-los trabalhar no colégio em que estudei, em Ibitinga, onde foram exímios funcionários públicos e educadores. Meu gosto pela filosofia veio do meu avô materno, Carlos Abib, que foi rábula (advogado sem diploma, aquele que começava como “solicitador”). Creio que devo ter tido, também, para decidir que dedicaria minha vida à filosofia, alguma influência da minha avó materna, meio judia e bastante mística. O nome dela era Maria Arruda, filha do “Coronel Arruda”, proprietário de terras entre São Carlos do Pinhal e Nova Europa, no interior de S. Paulo.

Mas será que tive algum interesse, mesmo, pela filosofia? Ou foi a filosofia, ela própria, que me pegou? Nunca imaginei minha vida distante da filosofia. Poderia ter sido outra coisa que não filósofo? Cartunista? Sim, talvez. Afinal, do lado dos meus avós paternos, descendentes de italianos, Jacintho Ghiraldelli e Rosa Paini, ganhei certo “dom” para o desenho.

Na época de colégio, descobrindo uma brecha na legislação que permitia a re-criação, “em nível de terceiro colegial”, de um curso semelhante ao que fora, antes da LDBN 5.692/71, o “curso clássico”, não perdi tempo: consegui o número de alunos suficientes para tal e, assim, consegui da escola a criação desse curso. Pude então começar  e estudar, com certa sistematização, filosofia e sociologia ainda no colégio, uma coisa rara na escola pública da época.

Tornei-me oficialmente filósofo da educação com o aval da academia no campo da filosofia da educação, e isso foi na PUC-SP, em que consegui mestrado e doutorado. Publiquei os trabalhos correspondentes aos títulos: Educação e movimento operário (São Paulo: Cortez, 1987) e Pedagogia e luta de classes (São Paulo: Humanidades, 1990). Na PUC-SP fui orientado pelo professor Dermeval Saviani, tendo também sido orientado na mesma instituição pela professora Maria Luiza Ribeiro. Tornei-me oficialmente filósofo pela USP, com mestrado e doutorado. Publiquei o mestrado tirado na USP: O corpo de Ulisses (São Paulo: Escuta, 1995). Não publiquei o doutorado, sobre Donald Davidson, Richard Rorty e Habermas. Na USP, fui orientado pela professora Olgária Matos. Por concurso público, tornei-me professor livre docente em 1994 e professor titular em 2001, ambos os títulos conseguidos na Unesp. Esses trabalhos foram publicados: Educação e razão histórica (São Paulo: Cortez, 1994) e Neopragmatismo, Escola de Frankfurt e marxismo (Rio de Janeiro: DPA, 2001).

Em termos de graduação, sou formado bacharel em Filosofia pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e em Educação Física pela Escola Superior de Educação Física de São Carlos, então incorporada à Universidade Federal de São Carlos (UFSCar). Também na UFSCar fiz uma boa parte dos cursos de Física e Pedagogia. Faltou pouco para terminá-los. No caso de Física, talvez uma ou no máximo duas matérias. Mas isso ocorreu em uma época de juventude, em que não consegui conciliar os horários de trabalho, como professor de matemática em cursinhos pré-vestibulares, e os horários de aulas na universidade.

Experiências no Brasil e no exterior. Como professor e pesquisador, passei por várias unidades da Unesp, pela PUC-SP, pela Universidade Federal de Uberlândia, pela Estadual de Cascavel no Paraná, pela Universidade Federal de Santa Maria, pela Universidade Estadual do Mato Grosso, pela Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), Santa Marcelina, São Marcos e outras. Lecionei em vários programas de pós-graduação e graduação nesses lugares, sempre na filosofia da educação e na filosofia e, algumas vezes, nas ciências sociais.

No final dos anos noventa deixei o país e fui ser pesquisador e professor na Nova Zelândia e nos Estados Unidos. No exterior, ampliei o círculo de amizades e de relações intelectuais que propiciaram criar um canal de publicações sobre o pragmatismo no Brasil, bem como levar a nossa filosofia e a nossa filosofia da educação para lugares onde praticamente desconheciam o Brasil. Estabeleci ali um vínculo com John Shook (US) e Celal Turer (Turquia), e mantemos ativo o “Pragmatism Archive” e, agora, junto com intelectuais de diversos países, a Associação Internacional de Pragmatismo.

Ainda no exterior, fui convidado pela Blackwell para escrever o verbete sobre pragmatismo e teoria crítica do Companion do Pragmatism. Além disso, mantive até pouco tempo o meu trabalho de editor da Contemporary Pragmatism (New York e Amsterdam).

Posturas filosóficas principais. Minha formação filosófica inicial se deu no âmbito do marxismo e, depois, na lida com determinadas posturas da Escola de Frankfurt. Lendo e  estudando filosofia analítica, aprofundei meus conhecimentos no pragmatismo e na cultura americana. Segui essa linha mais pelo que ela proporcionaria no sentido de ampliação do meu diálogo com outras correntes do que por fé doutrinária, o que, aliás, seria incompatível com o pragmatismo. Tenho trabalhado em filosofia e filosofia da educação sob inspiração de Richard Rorty (1931-2007) e Donald Davidson (1917-2003), filósofos que foram meus mestres inspiradores e amigos queridos. É claro que, como todo filósofo que se preza, mantenho um pé na filosofia antiga, sempre lendo Platão e querendo saber de Sócrates. Sou um admirador da obra de Gregory Vlastos. No campo da filosofia medieval, não posso não gostar de Santo Anselmo e, paradoxalmente, de William do Ockham.

Mantenho minha perspectiva de articulação entre a Escola de Frankfurt e o pragmatismo. Vejo que os filósofos que, enfim, deveriam ser aqueles que não poderiam ter preconceitos, os têm aos borbotões. Então, como os filósofos dessas duas escolas não se conversam (exceto Habermas, é claro), eu tento escrever relacionando-os, pois é uma forma de ser livre, de não estar preso a dogmas e caixinhas mentais, como muitos estão. Um livro que fiz com Rorty, tentando criar este tipo de ponte, é o Ensaios pragmatistas (Rio de Janeiro: DPA, 2006).

Trabalhos atuais. Terminei em 2007 meu pós-doc na UERJ, no grupo Programa de Estudos da Ação e do Sujeito (PEPAS), na Medicina Social do filósofo e psicanalista Jurandir Freire Costa. Mais recentemente, dediquei algum tempo aos jornais, Folha e Estadão, e também a determinadas revistas de divulgação em filosofia e educação. Esse meu “pós-doc” rendeu o livro O corpo – filosofia e educação, pela Ática, que completa o meu O Corpo de Ulisses, de 1995. Tenho continuado meus trabalhos em filosofia e filosofia da educação. Publiquei em três anos três livros próximos: Caminhos da filosofia (DPA, 2005), História da educação brasileira (Cortez, 2005) e Filosofia da educação (2006). Meus últimos trabalhos, além de O corpo, são O que é pragmatismo e O que é pedagogia, pela Brasiliense, este último é um livro totalmente novo, e já não tem mais a ver com as duas versões publicadas nos anos oitenta e noventa. Mais novos, ainda, há O que é filosofia contemporânea, da  coleção Primeiros Passos da Editora Brasiliense, e História da filosofia, da  Editora Contexto. Além disso, tenho dado seqüência a um trabalho de artigos e vídeos na publicação da Editora Digeratti, Filosofia Dia-a-Dia. Também publiquei recentemente A aventura da Filosofia e o O que é Dialética do Iluminismo?, ambos pela Editora Manole. Meu primeiro livro não acadêmico saiu em 2010: Filosofia, amores & cia, também pela Manole. Na sequência vieram A filosofia como medicina da alma e Filosofia política para educadores, ambos pela Manole. Mais recentemente publiquei junto com Susana de Castro, filósofa da UFRJ, o A nova filosofia da educação, também pela Manole.

Meus estudos dos últimos dez anos incluem uma perquirição sobre Sócrates, procurando desfazer certas leituras um tanto que viciadas sobre o assunto, presentes na literatura brasileira. Desses estudos resultou o livro Sócrates: pensador e educador (Cortez, 2015). Também venho estudando a filosofia de Peter Slotedijk com mais afinco. Daí o trabalho de 2017: Para ler Sloterdijk (Editora Via Veritá). Uma terceira linda de trabalho é meu blog “Filosofia como crítica da cultura”, aliás, este tipo de trabalho também ganhou expressão em livro: A filosofia como crítica da cultura (Cortez, 2015)

No Centro de Estudos em Filosofia Americana (CEFA) tenho trabalhado principalmente com a produção de vídeos de filosofia, que agora estão ou no www.youtube.com/tvfilosofia e http://dailymotion.com/pgjr23 Também tenho trabalhado com cursos online gratuitos, junto com o CEFA. Outro projeto que desenvolvo é o de lidar com filosofia na TV.  Junto com minha esposa, Francielle Maria Chies, tenho desenvolvido o programa Hora da Coruja, que esteve em várias TVs e agora aparece ao vivo na Flix TV – http://flixtv.com.br 

Atualmente trabalho como filósofo, escritor, editor e parecerista em editoras nacionais e internacionais e consultor de entidades públicas e privadas, inclusive fui consultor da Organização dos Estados Ibero Americanos para a crítica de determinados planos do Ministério da Educação (MEC). Às vezes, também me dedico à atividade de tradutor. Fui o criador do GT-Pragmatismo da ANPOF e fui coordenador do GT Filosofia da Educação da ANPEd. Participo da coordenação do primeiro, que mantém a revista Redescrições. No cotidiano, dirijo o Centro de Estudos em Filosofia Americana , uma entidade autônoma de pesquisa. No início de 2010 voltei ao ensino universitário, como professor da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), onde aposentei. Sou convidado e voluntário na Faculdade Paulo VI, da Igreja Católica, em Mogi das Cruzes, onde leciono para o curso de filosofia, na formação de padres e leigos.

Paulo Ghiraldelli Jr

1. Mais sobre o filósofo: Entrevista para Antonio Ballesta, do Realismo Liberal.

2. Sobre a concepção de filosofia de Paulo Ghiraldelli, vale a pena consultar essa entrevista na TV

3. Sobre o livro lvro O que e´filosofia contemporânea, vale consultar entrevista no jornal Correio Braziliense.

4. Sobre livros novos como A Aventura da Filosofia e O que é Dialética do Iluminismo? há entrevistas na Folha de S. Paulo. Veja: Entrevista 1 e Entrevista 2.

5. Entrevista a respeito do livro Filosofia política para educadores: Folha de S. Paulo

26 Responses “Bio”

  1. João Bosco Renna Júnior
    02/07/2016 at 05:05

    Seu livro de história da filosofia diz que vai até santo agostinho, ok, vou comprar, porém gostaria de saber se vc publicou história da filosofia, que fala dos modernos, conteporâneos e filósofos vivos…

  2. leia
    08/06/2016 at 16:35

    Olá, estou escrevendo um artigo sobre “Avanços, Crises e Retrocessos da Pedagogia Moderna”, baseado em seu livro “O que é Pedagogia”. Seria bom “ouvir” direto do autor qual era seu objetivo quando escreveu o livro.

    • 08/06/2016 at 20:06

      Leia, a última versão ainda funciona. Ele tem três versões. A primeira é de 1986, a segunda de 1996. Tem uma em torno de 2006, acho. É esta!

  3. Denise
    19/05/2016 at 10:00

    Acompanho, há algum tempo, outros professores de Filosofia, pela Net, até que … vc apareceu na minha página, através do compartilhar de um post de uma amiga… vídeo “VOCÊ AINDA ESTÁ tentando doutrinar alunos é? Não cresce?”….. Fui até a sua página do Face e cheguei ao seu Blog. Vislumbro uma luz no fim do túnel. Ficarei por aqui, com certeza. Que bom que vc existe. Sucesso, professor Paulo. Vc já tem a minha estima.

    • 19/05/2016 at 10:40

      Denise, a tentativa é não ser repetitivo e fazer pensar, um pouco diferente do que há por aí, não?

  4. Hernane
    06/05/2016 at 23:01

    Prof. Paulo, acabei caindo no seu blog sem querer, mas acabei ficando curioso sobre o seu conteúdo e, de início, decidi ler a sua biografia. Gostaria de lhe dizer que achei sua história muito interessante e que a sua qualificação é impressionante e que fiquei admirado!
    Gostaria de dizer também que fico extremamente desapontado com os comentários TEN CEL FONTANTA, suas palavras não representam de maneira nenhuma aos que seguem os ensinamentos de Jesus, que pregava acima de qualquer coisa o amor. Amor incondicional e sem restrição a qualquer pessoa.
    E finalizo dizendo que visitarei sempre o seu blog, Prof., à procura de textos sobre filosofia, que é um assunto que tem me despertado certo interesse nos últimos meses.Obrigado, abraço e que Deus lhe abençõe.

    • 07/05/2016 at 06:50

      Hernane, eu tento sempre uma certa objetividade e uma certa forma de importunar o leitor, afinal, ler o que já se sabe ou acredita é bobagem né? Obrigado.

  5. Francis Lousada Rubini de Oliveira
    24/04/2016 at 18:53

    Saudações.
    Professor Paulo vejo sempre vossos programas no youtube há tempos. Sou professor e leitor de Filosofia há um tempimho. E estou aqui para pedir um boa referencia sobre a Filosofia da Mente. obRIGADO

    • 24/04/2016 at 18:58

      Pegue os livros de Richard Rorty e Davidson, procure o assunto neles. Veja o meu sobre Davidson.

  6. 07/02/2016 at 18:34

    VOCE NAO TEM MEDO COM CERTEZA DA JUSTIÇA DIVINA, CERTO?

    ENTÃO VAI SE PREPARANDO PARA O PIOR…

    DEUS ESTÁ DE OLHO EM TUDO!!!!

    LIXO COMUNISTA, NAO TEM VERGONHA NA CARA FALAR ISSO DE JESUS???

    QUEM MORREU PARA LHE SALVAR, VAGABUNDO!!

    POBRE DE ESPIRITO!!!

    VC NAO VALE O QUE COME VAGABUNDO!!

    • 07/02/2016 at 18:37

      TEN CEL FONTANA com ataque de bate cascos! Pocotó pocotó desde 64.

    • 08/03/2016 at 12:59

      Nooossa, que jegue com patente é esse, jeito de puxador de carroça? Esgoto da canalha de 64… e o caostólico da inquisição amoral e da marialização anticristica? Que nojo.

  7. 07/02/2016 at 18:32

    LIXO0 COMUNISTA!!

    NAO TEM UM PINGO DE CARATER E VERGANHA NA CARA!!

    VAI NUMA MISSA VAGABUNDO!!

    LÁ TEM MILHOES DE ANJOS!!!

    COMUNISTA DOS INFERNOS!!

    SEU PAI CONSTRUTOR DE IGREJA E VC FALA ESSES LIXOS ???

    DEMONIO VIVO!!!

  8. Antoony
    15/01/2016 at 23:00

    Paulo boa noite poderia me explicar o que é o Eu e o não Eu e fichte? pois não consigo entender poderia me explicar de uma forma bem didatica

  9. 24/10/2015 at 20:10

    Oi, sou docente de Pedagogia na Universidade Federal do Amazonas (UFAM), e estou lendo sua biografia para da ênfase a um trabalho que meu professor passou através da leitura de um livro seu.
    Seus ensinamentos contribuem muito com a minha formação acadêmica e moral.
    Obrigada

  10. TITO
    28/09/2015 at 21:12

    Olá amigo, li aqui a sua `Bio´, e tenho umas questões, se as puder abordar:
    Cito: – `Vejo que os filósofos que, enfim, deveriam ser aqueles que não poderiam ter preconceitos, os têm aos borbotões.´ – Não acha que um filósofo que se quiser realmente compreender a `filosofia´, na óptica do “amor pelo saber” na compreensão de si mesmo e de tudo o que o rodeia, não deveria ter `nenhuns´ preconceitos, ainda que não os considere como tais, como por exemplo: ser ou ter aquela nacionalidade e ostentando-a. Ora, como condicionado e formatado pela mesma, e não tendo a devida compreensão dessa sua limitação que o fragmenta e o separa do resto da humanidade, pois pela comparação e distinção entre culturas e nações, corrompe e influencia a sua visão limitada e parcial?
    O filosofar não deveria ser sobre a humanidade no seu todo, independente de onde nasça ou viva o ser humano?
    Cito: – `bem como levar a nossa filosofia e a nossa filosofia da educação para lugares onde praticamente desconheciam o Brasil.´- Não acha que as divisões nacionalistas, assim como todas as outras divisões ficcionadas, criadas pela mente do homem, são preconceitos que em nada abona a favor de quem queira “amar o saber do compreender”?
    Por último, como é possível que a filosofia se tenha tornado e aumentado nos últimos séculos, um palco de “guerrinhas” entre teorias, sistemas e escolas deste ou daquele país? E “lutas” entre filósofos e suas teorias, autoridades reconhecidas pelos próprios? Chamam a isto “filosofar”, mas não é antes, manifestações do “ego e suas vaidades”? Tal como acontece noutros separatismos, desde a política, religião, etc.?
    Chegados ao século XXI (pelo menos dito pelos ocidentais, outro século dito por outros, depende de que salvadores ou ícones religiosos estejamos a nos referir), e todas estas separações, divisões, etc, ainda hoje mais prementes, como pode a “Filosofia” ajudar o Homem a se libertar dessas prisões mentais, e “compreender no todo e não em partes” como na origem do filosofar, quando ela própria “alimenta” esse caos, em que o mundo continua a viver, e que somos?

    Obrigado e um grande abraço.
    Tito Colaço

    • 29/09/2015 at 03:28

      Tito é muito para um blog. Mas se tiver paciência e realmente interesse, de uma olhada nos meus livros mais recentes. Alguns encaminham algumas respostas pra você. Obrigado.

  11. Thyelly Ramos
    22/09/2015 at 14:36

    Olá foi um enorme prazer em saber um pouco mais de sua vida. Estou lendo História da Educação Brasileira e apaixonando me a cada página por seu trabalho. Parabéns.

  12. Diego Brito
    07/11/2014 at 20:31

    Interessante sua história de vida. Gostaria de saber sua opinião acerca da teologia da Libertação, e seu expoente brasileiro Leonardo Boff, que influenciou fortemente questões internas da Igreja Católica.

    • 07/11/2014 at 21:41

      Diego eu não tenho leitora sobre o Boff a não ser a polêmica dele com o Cardeal Ratzinger.

  13. walter guimaraes azevedo
    08/05/2014 at 11:19

    Paulo bom dia!

    Você ainda faz o loucuras filosoficas do alexandrelli.

    Em qual endereço esta postado os videos

    • 08/05/2014 at 11:28

      Walter, faz tempo que mudamos para o Hora da Coruja, agora na Flix TV ao vivo todas as terças 22 horas. Participe ao vivo. O que foi feito está aqui: http://horadacoruja.com.br

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