A prefeitura de São Paulo deixou de lado uma concepção fundamental sobre como administrar a cultura. Com a lei que autoriza a mudança de nome das ruas de São Paulo, o que vai possibilitar trocar os nomes de pessoas ligadas à Ditadura Militar por nomes de vítimas daquele período (que é o desejo dos autores da legislação), a prefeitura seguiu no rumo do estalinismo. Com isso, expôs a cultura à mira do revolver, ao invés de protegê-la. O que é cultura pode ser mudado pela violência protegida pela lei: arranco a placa de uma rua, sem mais nem menos, e ponho outro nome lá, sem mais nem menos.













