“Ela me ama!”. “Eu também a amo! Sim, eu a amo!” Após essa descoberta, diz Freud, a enorme felicidade cede à angústia, porque surgem duas outras frases: “Ela me ama, mas até quando?”; “Eu a amo, mas certamente isso terá um fim, pois um dia morrerei, ou um dia ela morrerá”. Assim, a perda se põe em cena e faz da vida do amante uma peça trágica: “seja o que for que ocorra no jogo do acaso, eu viverei de sobressaltos e, ao final, serei derrotado”. Read More
















