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O amor verdadeiro

Death Of Cotelli - Tom Hunter é o fotografo que cria a partir de pinturas, redesecrevendo e recontextualizandoO amor verdadeiro

“Ela me ama!”. “Eu também a amo! Sim, eu a amo!” Após essa descoberta, diz Freud, a enorme felicidade cede à angústia, porque surgem duas outras frases: “Ela me ama, mas até quando?”; “Eu a amo, mas certamente isso terá um fim, pois um dia morrerei, ou um dia ela morrerá”. Assim, a perda se põe em cena e faz da vida do amante uma peça trágica: “seja o que for que ocorra no jogo do acaso, eu viverei de sobressaltos e, ao final, serei derrotado”. Read More

O que é a Comissão de Direitos Humanos?

Human Rights for AllUm dos princípios da vida liberal diz que o governo deve cuidar do interesse público segundo o parâmetro da justiça, e cada um de nós, em sua vida particular, cuida de seus interesses segundo o parâmetro do bem (do que colocamos como sendo o bem ou o bom para nós). Escapar disso não me parece útil. Read More

Marina e Feliciano, corretamente não liberais

Jesus disse “Dai a César o que é de César”, ao aconselhar as pessoas a pagarem seus impostos e, com isso, devolver ao Imperador a Marina-Silva_ACRIMA20110222_0046_13moeda que, enfim, vinha com a sua efígie.  Não raro, alguns liberais atuais lembram essa passagem para tornar popular a doutrina da defesa do estado laico: que César fique com o que é dele, nós ficamos com o que é nosso. Read More

Por que Sandel é um pop star da filosofia?

Por que Michael Sandel faz sucesso? A resposta fácil é dizer que ele fala bem, torna questões complexas fáceis de entender por um público mais amplo sem com isso ceder ao didatismo ou ao escorregão conceitual. Essa verdade às vezes nubla outra: o professor de Harvard tem sido cada vez mais ouvido porque ele tem uma novidade para dizer, e esta novidade está soando aos ouvidos dos jovens como alguma coisa que faz sentido.

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Michael Sandel desdivinizando o mercado

Desde o início dos tempos modernos nossa relação de amor-ódio preferida deixou de ser com Deus e passou a ser com o mercado. Sabemos bem: há até quem diga que é isso mesmo que caracteriza a modernidade. Afinal, Deus e mercado se tornaram entidades intercambiáveis.

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