Félix, homossexual na era do pós-conceito
Felix trouxe à tona no horário nobre da TV brasileira o drama da alma gay: “sou diferente, mas não quero ser diferente”. Ora, por que
não querer ser diferente? Porque ser diferente pode não trazer o amor do pai, a aprovação e o aplauso que todo animal na face da Terra busca e precisa. Uma pessoa diferente pode ser simplesmente diferente, mas quando se é diferente de um modo que pode parecer ridículo a quem se quer mostrar tudo, menos uma faceta ridícula, nada há de mais mortal que não conseguir ser igual. Félix é exatamente esse gay: ele pode a qualquer momento deixar trejeitos emergirem e se trair. Ele está no fio da navalha. Read More















